Está é um observação feita por um de nossos parceiros

Amados, cada dia mais, se faz necessário esses cuidados. O novos tempos e as novas demandas, indubitavelmente “sufocam” os obreiros, digo, os ministros de confissão religiosa, nas suas atribuições específicas.
O ministério está cada vez mais adentrando na coisificação, distanciando assim o pastor, o presbítero das ovelhas e do presidir a casa de Deus. Deixando lacunas irreparáveis no cuidado do rebanho.
Corrigir a coisificação pastoral, só ocorrerá mediante uma mudança de paradigmas nos próprios líderes. A visão está equivocada e a distorção não é mais percebida. O mínimo que um presbitério deveria fazer com a administração fiscal e financeira da igreja, seria munir-se de profissionais que com experiência e especialidade cubram essa área tão importante de responsabilidade das organizações religiosas. Me refiro a parte da pessoa jurídica, da Organização da Igreja, que necessita de perícia técnica no trato financeiro e fiscal.

Em grande estima.

César Damasceno – Igreja em Salvador

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